Fruto Proibido (1)

Fruto Proibido (2026)

Edna Alencar Rivera, autora de livros infantis e contos marcados pela sensibilidade, apresenta aqui uma história de tensão e ironia.

Arnaldo deseja o improvável e transforma a lealdade da esposa em fonte de inquietação. Movido por inseguranças e crenças distorcidas, ele alimenta um tormento que cresce em silêncio.

Em São Paulo, sob a garoa persistente, Fruto Proibido investiga o orgulho ferido e os desejos que ninguém tem coragem de admitir.

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O pé da pia (2025)

Entre pratos, copos e o barulho da água correndo, Catarina encontra no momento de secar a louça com a mãe, Maria Cecília, a sua maior alegria do dia. Ali, ao pé da pia, surgem conversas cheias de afeto, curiosidade e cumplicidade. Mas o tempo, a doença e a saudade transformam a rotina da família e silenciam a cozinha. Enquanto os objetos ganham vida e compartilham sentimentos, a menina cresce, aprendendo que amor e lembrança podem iluminar até os dias mais difíceis.

Manuela e Odie (2024)

Em Manuela e Odie, Edna Alencar Rivera convida os leitores a uma jornada sensível. Quando seu querido amigo Odie embarca em uma nova fase, Manuela, em busca de respostas, retorna ao Reino das Formigas. Lá com a sua sabedoria de Dona Judite, ela descobre que algumas despedidas, embora silenciosas, deixam luzes que nunca se apagam.

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Escuta, (2024)

Personagens que esperam respostas, que exclamam ou que murmuram, que carregam pedidos de interlocução como um curió na garganta. Em Escuta, encontramos, em vozes singulares, manifestações ficcionais de diferentes necessidades de comunicar o que resta das perdas, angústias, dos desejos, dos lutos – esse todo tão barulhento do humano que, em algum momento, nos convida a contar histórias. Kafka diz que a arma mais terrível das sereias não é o canto, é o silêncio. Quem lê que apure os ouvidos a cada escuta, na celebração dos feitiços e encantamentos. Uma nova publicação é sempre uma alegria para os pássaros que guardamos por dentro.

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O Devorador (2022)

Ao destinar a humanidade à clausura, Bolinha toma gosto e se torna o Devorador. Mas, ao mesmo tempo que sobrevive, também vai sendo devastado. A pandemia na ótica do vírus, O Devorador é um retrato visceral de intermitências e das fragilidades da vida.

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Viagem ao interior (2021)

Há dois tipos de fome: aquela em que a barriga ronca, de tirar o sono. E a fome de reticências. Em Viagem ao Interior, acompanhamos os sonhos, desejos e esperanças de personagens cujos caminhos se cruzam em vivências marcadas pela fome e a inquietação. Um conto sobre o encontro de almas envolvidas pelo vazio da miséria e a chama da esperança que não se apaga, mesmo diante da aspereza da vida.

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Manuela e seu cachorro, o mais amado do mundo (2020)

O cachorro Odie é o melhor amigo que uma menina poderia desejar: um grande companheiro de aventuras e brincadeiras. Manuela não poderia estar mais feliz, pois o ama de todo o coração. Mas, certo dia, Odie some misteriosamente. Manuela precisará de muita coragem (e um pouquinho de pó de pirlimpimpim) para trazer seu amigo de volta para casa. Uma história para celebrar a amizade e novas descobertas.

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Estudos do imaginário: Reflexões contemporâneas (2020)

Esta obra sobre o Imaginário buscou trabalhos que atualizem o conceito que atualiza-se e reformula-se à medida que revemos conceitos, paradigmas e agregamos significações às coisas do mundo. Parte-se da premissa de que nenhum ser humano escapa do imaginário. Quer num ditado popular, num hábito, numa canção, numa qualquer manifestação artística ou não, lá está ele a referenciar posicionamentos, gestos. Na verdade, palavras representam vãs tentativas de definição deste conceito fugidio pela própria natureza do que representa, a distinta biblioteca imaterial. Desta forma, os estudos reunidos neste volume simbolizam a busca por caminhos que deixem trilhas para outros escritos. Daí, a relevância da proposta e o convite à leitura.

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Sobras de Natal (2025)

Entre pratos, copos e o barulho da água correndo, Catarina encontra no momento de secar a louça com a mãe, Maria Cecília, a sua maior alegria do dia. Ali, ao pé da pia, surgem conversas cheias de afeto, curiosidade e cumplicidade. Mas o tempo, a doença e a saudade transformam a rotina da família e silenciam a cozinha. Enquanto os objetos ganham vida e compartilham sentimentos, a menina cresce, aprendendo que amor e lembrança podem iluminar até os dias mais difíceis.

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